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Mulher, Filha e Mãe

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

E quando eles começam com as Papas, Sopas e Frutas? #7 - É ótimo termos quem nos ajude!

Mesmo sendo Mãe, nem sempre tenho as respostas na ponta da língua. E considero que isso faz parte. 

Faz parte porque sou humana, e claro está, que não sei tudo! 

Sei muito, e considero saber o que é o melhor para a minha filha, mas não sei tudo. E como tal, tem sido ótimo para mim partilhar as minhas vitórias, mas principalmente as minhas dificuldades neste percurso, com terceiros.

 

Hoje a Madalena alimenta-se muito bem e são raros os momentos em que sinto dificuldades em dar-lhe uma refeição, mas nem sempre foi assim (e nem sei como será no futuro, pois ainda não introduziu todos os alimentos).

 

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Inicialmente foi complicada a introdução da sopa, assim como da fruta cozida. Aparentava não gostar, ou não querer. Preferia (obviamente) a Papa que já tinha experimentado e que adorava!

Cheguei a um momento em que comecei a ficar um pouco preocupada, e dado que pouca experiência tinha por ser a primeira filha, também um pouco assustada. Só me perguntava: Será que vai ser sempre assim? O que é que eu estou a fazer de errado? 

Chegou a uma altura em que os meus pais lhe davam a sopa sem problemas, e comigo ela não comia praticamente nada.

E a verdade é que andei durante algum tempo um pouco desorientada...

 

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Não tenho dúvidas de que um dos fatores que me ajudou bastante para que o cenário mudasse de figura foi o facto de ter partilhado essas minhas dificuldades com outras pessoas.

Partilhei-as convosco aqui, partilhei com os meus pais, amigos e colegas, que tinham (ou não) mais experiência do que eu na "área".

Cada um à sua maneira foi-me dando algumas dicas, e eu fui ouvindo e tentando integrar aquelas que considerei mais viáveis no nosso dia-a-dia, e a verdade é que aos poucos as coisas foram mudando.

 

Confesso até que cheguei a sentir-me mal comigo mesma nessa altura, menos confiante. Pensava com frequência: Mas porque raio é que eu não conseguia?! 

E hoje, imagino as famílias onde este cenário se repete toda a santa refeição, ou praticamente todos os dias. Não deve MESMO, ser nada fácil. É claro que muitos podem ser os fatores envolvidos para fundamentar a não aderência à alimentação por parte de uma criança, mas tendo em conta as pessoas que nos rodeiam, e sabendo também que é difícil partilharmos determinados momentos (ainda por cima quando estamos menos confiantes) vos digo e repito: Partilhem as vossas dificuldades, pois com a troca de ideias (seja com alguém mais ou menos experiente) de certo que vão arranjando soluções cada vez mais eficazes para tornarem o momento da refeição um sucesso!

 

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