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Mulher, Filha & Mãe.

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Mulher, Filha & Mãe.

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Será que é fácil ter uma 'Positive Mind' nos dias que correm?

A semana passada foi com grande entusiasmo que vos anunciei a parceria entre o Projeto Mulher, Filha & Mãe e a Positive Minds

 

Entretanto lancei umas perguntas à Raquel, a gestora da Positive Minds, uma leitora do blogue que com o seu primeiro contacto e convite, construiu uma ponte para uma parceria que muitas novidades vos trará nos próximos tempos! 

 

Foi inspirador para mim ler as suas respostas, especialmente, pelo seu positivismo e realismo integrado. 

 

E vocês, também têm opinião sobre o tema? Partilhem! 

blog@mulherfilhamae.pt

 

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a) O que te levou a construir a Positive Minds?  

 

A Positive Minds é o resultado de um longo, e nem sempre bem sucedido, percurso em busca da minha vocação e da essência que surgiu logo após a maternidade. Depois de frequentar um curso de empreendedorismo feminino e de muitos exercícios de auto-conhecimento, “descobri” que aquilo que mais me entusiasma é aprender, ensinar e partilhar. Foi assim que surgiu a ideia de criar um espaço de partilha de conhecimentos e de vivências onde se misturam ideias, opiniões e conteúdos que é a Positive Minds – Laboratório Criativo. Adoro pessoas e adoro fazê-las sentirem bem; pensar nos pormenores e primar pela diferença, pelo cuidado e pela empatia. Somos mais do que um espaço de aluguer de salas. Gostamos de nos envolver de coração em todos os eventos como se fossem nossos pois o sucesso deles em termos pessoais, emocionais e profissionais será a nossa imagem de marca.

 

b) Como mulher, mãe e empreendedora, consideras que ter uma 'positive mind', é algo simples nos dias que correm?

 

Para quem trabalha sozinha num projecto que é muito mais do que isso, nem sempre é fácil ser “positive mind”. A nossa mente e os nossos medos muitas vezes não são fáceis de ultrapassar. Mas acho que o mais importante é termos a certeza que estamos verdadeiramente alinhadas com o nosso Ser e que mesmo nos momentos em que as coisas não correm como planeámos, há sempre algo bom e útil a retirar dessa experiência. A nossa capacidade de resiliência é a nossa maior arma e a gratidão a nossa maior ferramenta – saber saborear todos os pequenos momentos da nossa vida.

 

c) Qual a mensagem que gostavas de deixar às nossas leitoras para manterem uma mente positiva, especialmente sabendo que muitas pessoas que consultam o nosso espaço estão a passar por uma fase menos positiva nas suas vidas?​

 

Três palavras que quero deixar que são os meus pilares de vida: Gratidão, Partilha e Compaixão. Acho que estas palavras fazem Magia. Gratidão, como disse anteriormente, é mesmo quando as correm não correm como planeado saber parar uns minutos, fazer reset ao pensamento, olhar à volta com olhos de crianças e conseguir ver “o que tenho de bom” e agradecer. Depois o exercício é repetir isso todos os dias.

A Partilha porque não estamos sozinhas e nem temos que estar. A Vida não é cor-de-rosa como muitas vezes nos querem fazer acreditar. Mas posso ser mais leve se conseguirmos falar, partilhar, abraçar, admitir e pedir ajuda. Uma mãe não é nem tem que ser auto-suficiente e esse sentimento de culpa que muitas vezes nos assola tem que ser libertado e muitas vezes basta uma conversa com outra mãe.

Isto leva-nos à Compaixão. Pelos outros e principalmente por nós mesmas. Admitirmos que não somos super mulheres e que erramos e iremos errar muitas vezes, mas que está tudo bem na mesma! Saber perdoar as nossas falhas da mesma forma com que elogiamos os nossos feitos. Sejam Positivas … Sejam Felizes!!