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Mulher, Filha e Mãe

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Mudam-se os tempos, adaptam-se as Músicas!

Sempre adorei ouvir música! 

 

Fosse para onde fosse, havia algo que não faltava: o meu walkman, que posteriormente virou discman (Ainda se lembram?!), que posteriormente se transformou no meu mp3.

 

Músicas de grupos/cantores como os Dire Straits, Roxette, Caetano Veloso, Ana Carolina, Seal, Mafalda Veiga, Vaya con Dios, Tracy Chapman, Aerosmith, Tina Turner, Clã, Bob Marley, Queen, Xutos e Pontapés, Maria Gadú, George Michael, The Cranberries, etc etc etc... (Podia estar aqui o dia todo a falar sobre música, pois como podem ver nesta pequena seleção que aqui identifiquei, eu gosto... de tudo!) marcam a minha vasta lista pessoal de músicas favoritas.

 

Eu gosto de música que me toca, me envolve, e me faz viajar.

Eu gosto de música que desperta o melhor de mim.

Eu gosto de música que me embala numa inspiração profunda e me exorciza de fantasmas numa expiração prolongada. 

Eu gosto de música que me faz (re)viver de olhos fechados o mundo de frases, memórias, situações, experiências, gostos, ações, etc., que eu já vivi, que vivo e que um dia, talvez possa vir a viver. 

Eu gosto, mesmo muito, de ouvir música e simplesmente, deixar-me ir. 

 

Mas... e com filhos?! Será que continuamos a ouvir a mesma música, da mesma forma?!

 

A mesma música? Claro que sim!!!

Da mesma forma? Nem por isso... 

 

Mas mais uma vez, nem sempre quando, como e onde queremos, ou nas melhores circunstâncias... mas claro que o que faz parte da nossa individualidade mantém-se e tem de continuar a ser alimentado dê lá por onde der.

É através da realização de atividades que gostamos que nos continuamos a manter saudáveis física e mentalmente! 

Ouvir música, nadar, correr, viajar, ler, dormir, meditar, ou simplesmente, estar, são algumas das diversas atividades das quais nos alimentávamos seriamente antes de termos filhos, e das quais sofremos alguma "fome" quando eles começam a fazer parte da nossa vida. 

Mas a verdade é que esta realidade, faz parte! No fundo, tal como numa dieta, temos é de nos adaptar e ajustar a nossa forma de estar. 

 

Por exemplo, antes era capaz de ouvir o álbum todo dos Vaya con dios num período da tarde, em casa, enquanto preparava uma sessão de formação (por exemplo).

Hoje, cá estou eu, a ouvir pela 2ª vez consecutiva o álbum inteiro do André Sardet do Clube Bebé Nestlé, dado que tenho uma filha que se apaixonou por todas as músicas que lá pairam, e cada vez que as ouve, palra, sorri, brinca e move-se com muito mais brilho...

 

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Nós, a dançarmos ao som de "Dá um abraço dá" de André Sardet. 

 

Mesmo sem ser o que me apetece ouvir, dá vontade de colocar repeat em qualquer uma das canções, não dá?!

 

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