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Mulher, Filha e Mãe

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Quantas vezes tiveram de recomeçar?

Eu, várias. E de entre todas, recomeçar a acreditar, penso que tenha sido a mais difícil. 

 

 

Acreditar é a essência da motivação, da força de vontade, do caminho. 

Duvido que, quem não acredite, que execute em pleno, que dance com a alma, que caminhe sereno ou que percecione com calma. 

 

Quem acredita, segue, move, escuta, sente, verbaliza, concretiza, agarra, faz acontecer. E é aí que, muitas vezes, reside a diferença entre quem diz que é, e quem verdadeiramente integra o ser. Entre quem veste total ou parcialmente a camisola. Entre quem se cola, ou entre quem serve na perfeição. 

Quem acredita, também cai, também se magoa, também coloca em questão, também ostenta a rápida mudança. Mas quem acredita, depois, também compreende que a perseverança é uma qualidade que se conquista nesse processo e que nem sempre vem integrada no ventre de outrem.

Eu acredito que amar, cura, reconstrói e renova.

Eu acredito no que acredito ser possível sem enquadrar em si a utopia, que por si só é percecionada pelos que ignoram a fonte de outras verdades. Outras, claramente mais sábias.

Eu acredito que a intenção potencia a razão e nos fortalece intrinsecamente. 

Eu acredito na força da nossa consciência como orientadora de muitos dos nossos atos. 

Eu acredito em mim. Eu acredito num futuro melhor.

 

E agora, depois de acreditar, vou ter de recomeçar a caminhar.

Dispostos a doar sábios conselhos por aí? 

 

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