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Mulher, Filha e Mãe

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Hoje faz 1 mês que o Centro Mulher, Filha e Mãe abriu e...

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... já temos tanto para contar!!!

 

Vários são os desafios que nos têm sido colocados, especialmente, burocráticos! Muitos, nem sequer imaginava. 

O meu coração de enfermeira apaixonada por esta área direcionou-me sempre no sentido de suprir esta necessidade urgente de estruturar um apoio focado no acompanhamento da mulher e família na preconceção, gravidez e pós-parto, especialmente, no âmbito da promoção do bem-estar emocional. Mas a verdade, é que quando se gere uma casa, tal como esta é, muitas outras questões se colocam. Especialmente, as burocráticas! Essas, têm sido o meu maior desafio. Estar com as pessoas, poder acompanhá-las, tem sido o meu maior privilégio. E como tal, gratidão mantém-se a palavra de ordem. Aquela que é falada por mim, mesmo que em silêncio, cada vez que penso, que sinto, que imagino, que olho à minha volta e que vislumbro que para além do sonho que tinha, hoje, é uma realidade: O Centro Mulher, Filha e Mãe, existe! 

 

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Segui o meu coração, e aqui estou: com um mês de trabalho neste Centro, mas com a sensação de que uma vida posso aqui passar se souber encontrar um equilíbrio entre o meu coração, a minha mente e o meu corpo, agora, a nível profissional. 

 

O tempo, assim o dirá.

 

centro@mulherfilhaemae.pt

Reiki: É assim que acontece.

Escrever numa folha em branco pode parecer difícil, mas já alguma vez pensaram em tentar fazê-lo deixando-se levar pelo vosso instinto? Pelo vosso corpo espiritual? Pelo que sentem? E, não só, pelo que pensam? 

 

É, mais ou menos assim, que acontece nas sessões de Reiki aqui no Centro Mulher, Filha e Mãe, entre mim e as mulheres e famílias que sigo e que procuram e/ou aceitam com agrado a realização de sessões de Reiki integradas no acompanhamento que têm. 

 

Reiki significa energia universal. E a energia que vem do universo, é aquela que nos acomete a todos, simplesmente para alguns que integram uma formação mais específica neste âmbito, (re)aprendem a ser canal como forma de passar essa energia de forma organizada, e com um determinado fim: o de nutrir os locais que no corpo do outro, dela necessitam. 

 

 

Para mim sempre foi claro que seja qual for a doença, não tem de ter constantemente e em exclusivo uma causa física. Para mim, é demasiado redutor pensar que se uma parte do corpo de alguém adoece se deve única e exclusivamente a uma causa física. Causa essa para a qual a medicina nem sempre tem resposta. E note-se que, enquanto enfermeira que sou, sei o quão importante é a medicina tradicional e afirmo-o, não deixando de tentar conhecer e/ou explorar outras hipóteses. 

 

As causas emocionais e mentais das doenças são cada vez mais conhecidas por todos, e também elas, têm de ser colocadas em perspetiva se queremos, enquanto profissionais, e de forma efetiva, atingir a doença pela sua raiz. 

Tal como qualquer raiz, que tem várias ramificações, as causas das doenças, acredito que assim também o são. 

 

Foi também por acreditar em tudo o que vos referi até aqui que há precisamente 10 anos fiz a minha iniciação no Reiki. Sem pressões, sem pressas, mas com uma grande motivação para compreender o que estava por detrás desta forma de estar. Muitos optam por tratá-la como uma terapia alternativa, mas não considero que seja no plano do alternativo que tenha de estar. Integrada numa abordagem holística não faz muito mais sentido? Porque temos de excluir formas de intervir em prol de outras se todas poderão fazer sentido no trabalho com as pessoas que nos procuram? 

 

Tal como dizia, forma de estar na vida, na minha vida pessoal e na minha vida profissional. Falar sobre Reiki é falar sobre vitalidade, é falar sobre a vida. Ter despertado para o Reiki foi, possivelmente, dos despertares com mais luz e sentido interno pessoal, e hoje, já lá vão 10 anos de práticas, conhecimentos, leituras, reflexões e formação associada.

 

Nunca me pressionei para realizar Reiki a terceiros, ou para simplesmente fazer porque sim. Várias foram as pessoas que me foram fazendo diversos pedidos neste âmbito e vários foram os pedidos que senti que tinha recusar. Ainda não era o momento para tal, e o meu corpo, a minha forma de estar, o meu sentir, a minha sabedoria interna foi-me transmitindo isto com sentido. 

 

Para mim não são determinados dias de prática específicos, em primeiro lugar acreditar e/ou uma estruturação arrojada que fazem do Reiki o que ele, simplesmente, é. Somos nós, quem o pratica, quem o transmite e quem o reflete que deve ouvir-se a si próprio. Algo que data de há muito, muito mais do que a prática de Reiki em si, algo simples e básico: É naturalmente importante ouvir-mos o nosso próprio corpo, e no Reiki, não é diferente. Muito pelo contrário. No meu ponto de vista, é também aqui (mas não só) que a prática de Reiki se revê. 

 

Foi sempre tudo sentido, desde o inicio, e só assim me faz sentido. E é com uma realização imensa que escrevo, feliz e plena, que também o Reiki faz parte da minha abordagem no Centro Mulher, Filha e Mãe

 

Não uma abordagem única e exclusiva de uma sessão parcial e/ou completa, mas sim, de uma abordagem integrada em todo o acompanhamento dado à mulher e família no Centro. 

 

Olhar e escutar atentamente a mulher e/ou família, propor uma sessão, compreender quais os locais que carecem de maior intervenção a este nível, poder ser um canal que facilita a nutrição energética destes locais, e observar, na primeira fila, os benefícios claros, visíveis e relatados pelas próprias pessoas, desta prática e no momento, é sem sombra de dúvidas um dos maiores privilégios a que posso ter acesso através desta minha opção profissional. 

 

Sou Grata*

Encontros para mães e bebés: livres, isentos e descontraídos.

Todas as 6ªfeiras entre as 12h00 e as 13h00, a partir do dia 27 de Outubro, haverá um momento de encontro para mães e bebés no Centro Mulher, Filha e Mãe

 

Sala do grupo de mães e pais - Centro Mulher, Fil

 

São encontros:

 

  • Livres de participação: Todas as mães que tiverem bebés até aos 18 meses e tiverem interesse podem participar;

 

  • Isentos de pagamento: Os encontros não têm nenhum valor monetário associado. Basta que se dirijam ao Centro Mulher, Filha e Mãe e desfrutem do passeio, do espaço do Centro, do convívio e do espaço envolvente. Considerando o espaço, simplesmente será necessário que, quem tiver interesse, se inscreva para a(s) 6ªfeira(s) em que tiver disponibilidade/interesse.

 

  • Descontraídos no seu todo: Não há temas definidos para se falar ou determinadas normas a cumprir. O objetivo é criar um tempo específico durante a semana em que a Enfª Ana Vale possa estar com as mães e com os seus bebés, ouvir as suas questões, conversar e disponibilizar o espaço do Centro Mulher, Filha e Mãe para promover momentos de convívio e partilha nesta fase do ciclo de vida. 

 

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Haverá sempre a oferta de chá a quem estiver presente, e quem tiver interesse e se queira inscrever, basta enviar email (centro@mulherfilhaemae.pt) ou contactar-nos via telefónica (936 180 928).

 

Partilhem com quem considerem que possa ter interesse! 

Tens Fraldas e não chegaste a usar? Então DOA!

É assim que a Associação Passo Positivo lança o desafio inerente ao seu Projeto Banco de Fraldas

 

Durante o mês de Outubro de 2017 existirão vários pontos de entrega espalhados pelo norte e sul do país (incluindo o Centro Mulher, Filha e Mãe), onde podem entregar fraldas que não chegaram a utilizar, quer para miúdos, quer para graúdos. Ou seja, se tiverem fraldas desde o tamanho mini de um recém-nascido ao tamanho máximo que um idoso possa utilizar, que não chegaram a usar, estejam ou não, empacotadas, apelo-vos que as doem à Associação Passo Positivo, que esta última, fará questão que essas mesmas fraldas sejam entregues a quem mais precisa e não tem. 

 

 

Este, tem sido parte de um grande trabalho realizado por esta associação: recolher as fraldas e levá-las a vários pontos de país, a famílias e instituições, que precisam dessas fraldas, para prestarem cuidados de qualidade a quem cuidam mas que não têm possibilidade de as adquirir. Seja na quantidade necessária, seja mesmo, no sentido lato da palavra. 

 

Quer quem tem filhos, ou pais (ou qualquer outra pessoa) a seu cargo, com necessidade de utilização frequente de fraldas, sabe várias coisas, uma delas... imediata: As fraldas são caras! E quando se precisa com muita frequência, e os recursos financeiros são escassos, esta conta torna-se complicada. Contudo, os malefícios que poderão afetar miúdos e graúdos devido à ausência de (troca de) fraldas são vários, e poderão causar-lhes desconforto vários, ser doloroso, e causar outros problemas associados. Alguns dos mais conhecidos são o "eritema da fralda" e a "maceração", ou seja, aquela mancha avermelhada que aparece na região perineal da pessoa. Para o cuidador, ou qualquer outro, pode parecer "só" um eritema de fralda, contudo, para a pessoa que o desenvolve é muito desconfortável, podendo tornar-se doloroso. Nos mais graúdos, a ausência da troca necessária de fraldas, pode potenciar o desenvolvimento de problemas como "úlceras por pressão" e "infeções urinárias", podendo levar a vários problemas associados, inclusive infeções mais extensas e graves, para além de toda a morbilidade associada ao desenvolvimento deste tipo de problemas.

 

As fraldas são importantes, mas nem todos os bolsos as podem pagar da forma como seria suposto. E aí, entra o trabalho de instituições como a Passo Positivo que apoiam este tipo de causas e fazem chegar às famílias e instituições que mais necessitam, este tipo apoio. Apoio esse que depende de vós, e da vossa possibilidade e vontade de ajudar.

 

 

Eu já doei as que tinha lá em casa da Madalena, e vocês, também vão ajudar?

 

Dirijam-se aos seguintes postos de entrega e efetuem o vosso donativo de fraldas quando possível:

 

Na zona sul:
 

 

 

Na zona norte:
 
  • Farmácia Paiva (Espinho)
  • Farmácia Pedra Verde (S. Mamede de Infesta)
  • Café Luanda - Matosinhos (Rua do Godinho)
  • Central Churrasco (S. Mamede de Infesta)

Associação Passo Positivo: Já conhecem?

Passo Positivo nasceu para colmatar lacunas de intervenção na área da exclusão social criando uma estrutura de voluntariado para o lançamento de campanhas de angariação de produtos destinados aos utentes das OSFL, organizar parcerias para o fornecimento de serviços de prevenção de acidentes domésticos na área da saúde e bem-estar das famílias carenciadas e desenvolver ações de formação para capacitar profissionais nos domínios da intervenção humanitária e da cooperação e desenvolvimento.

 

 

A sua atividade assenta, atualmente, em três pilares principais e um de suporte:

 

Projeto Banco de Fraldas - Apoio a famílias portuguesas desfavorecidas e em situação de exclusão social que necessitam de ajuda face às dificuldades do quotidiano, quer a nível social, quer de saúde e bem-estar. A recolha de fraldas é centralizada no território nacional, com posterior distribuição targetizada a instituições devidamente analisadas. 

 

Projeto Vizinhos - Criação de equipas comunitárias de "vizinhos" constituídas por voluntários que atuam no sentido de prevenir e diminuir riscos e acidentes. Incidem maioritariamente sobre a camada idosa e pessoas com dependência física. 

 

Projeto Humanitus - Projeto para profissionais humanitários, de cooperação e desenvolvimento. Consiste na expansão da área humanitária através de eventos científicos, livros, filmes, formação especializada e promoção de atividades. 

 

Palestras e Workshops - Pilar de suporte que acompanha todos os projetos referidos anteriormente. Este abrange desde palestras de intervenção de Acidentes Domésticos e Workshops na área humanitária, até Palestras sobre voluntariado genérico ou destinadas a um projeto específico. 

 

Neste sentido, a Passo Positivo contactou-me para uma possível colaboração com o Projeto Banco de Fraldas, ficando o Centro Mulher, Filha e Mãe como um ponto de angariação de fraldas em Lisboa durante o mês de Outubro

 

Considerando a elevada necessidade e carência de fraldas das quais tenho conhecimento, assim como, o ótimo trabalho que a associação tem realizado no sentido de contribuir para a sua diminuição com este projeto, fez-me sentido imediato colaborar no que fosse necessário.  

 

Brevemente farei um texto dirigido a este projeto, mas até lá, porque não vêem este pequeno vídeo que já vos deixará mais elucidados sobre o presente projeto? 

 

 

Irritabilidade no Pós-Parto: Sabem como se caracteriza?

Em alguns momentos formativos e/ou de grupo de mães, surgiu esta dúvida:

 

Como se traduz a "típica" irritabilidade que as mulheres sentem pós-parto?

 

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E por muito que alguns possam pensar que estar irritado é "simplesmente" estar irritado, quando falamos no período do pós-parto há algumas características que tornam esta típica irritabilidade, de alguma forma, peculiar. 

 

Sejam sentidas todas de uma vez, alternadamente, só ou parcialmente combinadas, nesta fase, a mulher acaba por poder vir a experienciar uma excessiva sensibilidade a estímulos externos, tensão física e psicológica - que pode aumentar rapidamente até níveis muito intensos - falta de controlo de impulsos, tendência para a impaciência, disposição para a irritabilidade verbal, raiva e comportamentos agressivos.

 

Muitos autores pensam que algumas alterações físicas e cognitivo-afetivas fazem parte do ajustamento normal requerido pelas profundas alterações trazidas pela recém-maternidade, sendo que a experiência da irritabilidade, é uma delas. 

 

Tal, não invalida que nos contactem se sentirem que esta irritabilidade, só e/ou aliada a tantos outros sinais e sintomas já falados por aqui, poderá estar a alterar parcialmente, ou por completo, o vosso espaço do social, psicológico e físico. Seja enquanto mulher, seja enquanto homem, seja enquanto casal. 

 

Questões?

centro@mulherfilhaemae.pt

936 180 928

 

Fonte