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Mulher, Filha e Mãe

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Positive Minds: Uma nova parceria com o Projeto Mulher, Filha & Mãe!

A Raquel já seguia o blogue há algum tempo e resolveu contactar-me para eu conhecer o espaço Positive Minds que gere, acreditando que seria o local adequado para desenvolver o Projeto Mulher, Filha & Mãe nas suas mais variadas vertentes. 

A Raquel acreditou, e assim que eu conheci o espaço, acreditei tanto ou mais ainda. 

 

Há locais que nos fazem Click, e este foi um deles. Mais uma leitora do blogue a fazer diferença na expansão do Projeto Mulher, Filha & Mãe. Que orgulho!

 

 

Acredito que aproveitar este espaço para desenvolver o Projeto Mulher, Filha & Mãe quer na formação, quer no desenvolvimento dos grupos de mães, será mais uma forma de levar estas temáticas mais além. A mais casas, a mais famílias, a mais casais e a mais mulheres que passem, que poderão vir a passar e/ou que já tenham passado por situações como as que aqui identificamos tantas vezes. 

 

Vamos trabalhar sobre isto. Temos de falar sobre isto. Há que agir sobre isto. E como tal, as novidades não ficam por aqui. Aguardem, pois brevemente esta parceria trará outros projetos associados!

 

E, se vos fizer sentido, contactem-me! Vamos articular conhecimentos, ideias, intencionalidades e áreas de intervenção dentro da saúde mental perinatal e vamos agir sobre os problemas que carecem de tanta intervenção! 

 

Contactem-me! 

blog@mulherfilhamae.pt

Sou uma turista que navega pelo mundo da maternidade.

Há poucos dias estava sentada à mesa após um jantar em família absolutamente comum e estrondosamente maravilhoso por si só, e parei alguns minutos a observar a minha filha. 

 

Foi daqueles momentos em que involuntariamente o nosso corpo pára, a nossa força anímica mantém-se e o nosso pensamento cognitivo, continua. Viaja veloz e romanticamente para as nossas memórias essenciais e faz-nos transpirar de nostalgia e emoções positivas. 

Naquele breve momento, em que mergulhei profundamente nas sensações que o meu cérebro me transmitia por focar maternalmente os movimentos que a minha filha fazia e o que ia vocalizando, acabei por me aperceber que havia sido uma autêntica turista a navegar pelo mundo da maternidade, desde que a imaginei até aos dias de hoje. 

 

Turista, pois é como se visse tudo pela primeira vez, e a maravilha de o ver atentamente e de o sentir fulgorosamente, me transmitisse uma profunda sensação de bem-estar e completa felicidade. Claro, que tal como um turista, há coisas que vemos, e experiências às quais temos acesso que nem sempre nos satisfazem. E como estamos numa terra pouco conhecida por nós, acabamos por ter inúmeras dúvidas e questões que acabamos por nos colocar dia após dia.

 

Tal como num país cuja língua falada e escrita não compreendemos, o mesmo também acontece com os nossos filhos, até começarem a falar fluentemente. Nem sempre compreendemos o que tentam exprimir, e até falarem de facto, é uma autêntica descoberta por tentativa-erro. Muitas vezes isto traz-nos alguns dissabores. Determinadas mensagens não são compreendidas por uns e/ou bem transmitidas por outros, e o resultado da nossa interação acaba por não ser satisfatória para ambas as partes. Cada um, vendo a situação à sua maneira, e de acordo com a sua fase de desenvolvimento emocional.

 

A Navegar? Sem dúvida! Em determinados momentos, com a ondulação mais forte, o barco acaba por balançar mais intensamente, e muitas vezes, não sabemos bem onde nos havemos de segurar. Ótimo, por sua vez, ter alguém a meu lado que embora seja tão turista como eu, está no mesmo barco, e juntos, expressamos a essência de uma verdadeira equipa. 

 

O mundo da maternidade é mesmo isso: Um mundo! Não à parte, mas um mundo de novos conceitos, novas experiências, novos contextos, novas descobertas e novas sensações, que por vezes, podemos demorar um pouco mais a descobrir - tal como alguns turistas, que demoram até fazerem A viagem de suas vidas - mas quando descobrimos - tal como um turista quando ganha o gosto pelas viagens - não queremos outra coisa! 

 

Termos sido pais, embora que seja uma experiência muito subjetiva, é uma verdadeira viagem onde vamos tendo uma série de experiências para partilhar. E durante o percurso, e mesmo depois de vários carimbos no passaporte, acabamos por ter sempre algum país que ainda não visitámos, uma cidade que não explorámos como gostaríamos ou um local que ficou por descobrir. 

 

A motivação para a viagem, quando muito desejada, é uma máxima. E durante o percurso, para além de todas as aventuras, alegrias e realizações, também vamos ficando cansados, rabugentos, irritados e tendo alguns dissabores. Mas os momentos que nos permitem repor a nossa força anímica, e o que nos move, acabam por catalisar aquela sensação de frescura e energia radiante que se encontra subjacente às nossas expressões, fazendo-nos sentir que estamos exatamente onde deveríamos estar, e prevalecendo todos esses momentos maioritariamente positivos, aos menos positivos que se possam passar. 

 

 

Os dias passam e as horas correm. E por mais que viajemos, há algo que fica sempre por visitar. E Até podemos passar pela mesma viagem mais do que uma vez - tal como na maternidade, pode sempre vir o segundo, o terceiro ou o quarto - mas há sempre algo que fica por descobrir, e a segunda, acaba por nunca ser igual à primeira ou à terceira. 

Todas as viagens são únicas e inesquecíveis, seja pelos motivos que for. E há medida que os anos passam, acredito que mesmo que esta sensação vá passando, a minha filha irá constantemente lembrar-me de como essa mãe-turista que há em mim, perdurará e emergirá como reflexo do seu desenvolvimento. 

 

Não posso dizer que sou muito viajada, porque o meu passaporte tem, efetivamente, poucos carimbos. Mas posso firmemente afirmar que esta última viagem que iniciei, pelo mundo da maternidade, está a ser e tenderá a perdurar, como a viagem da minha vida. 

 

Tudo graças a ti, minha flôr.

 

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Um(a) Pessoa, uma vez disse...

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.

 

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

 

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

 

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

 

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

 

 

 

 

...E eu, concordo.

Sê Feliz.

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Não digas nunca.

Não fales como se tudo já soubesses.

Não rias como se telhados de vidros não tivesses.

Não contemples o mar como se não houvesse amanhã.

Não temas o outro, se o seu conteúdo for pouco.

Não sigas no mundo sem ouvir o teu coração.

Não corras até à meta, sem ter a paixão.

Não saltes sem olhar.

Não vale a pena falhar.

Não vale de nada magoar.

Estuda, sorri, consciencializa, fomenta, escuta, corre, apaixona-te, observa, exige, sê feliz.