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Mulher, Filha & Mãe.

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Mulher, Filha & Mãe.

Sensibilizar (para) e apoiar (na) ansiedade e depressão na gravidez e no pós-parto

Quais são as histórias que dão a cara por esta causa?

São histórias de mulheres que se confrontaram com ansiedade e depressão na gravidez, com blues, depressão, ansiedade e/ou psicose pós-parto. 

 

São histórias de homens que se confrontaram com depressão pós-parto, homens que se viram sozinhos a cuidar, com uma mão, dos seus filhos recém-nascidos, e com a outra, das suas mulheres que emocionalmente se encontravam pouco ou nada tranquilas. 

 

São histórias de mães e sogras que se confrontam com histórias de filhas e filhos com depressão na gravidez e/ou no pós-parto, histórias de mães e sogras que se relembram das suas há décadas atrás, e que atualmente congelam, não sabendo como agir, ou que por outro lado, agiram tranquilamente. 

 

São histórias de amigas, amigos, tios e primos que dão de caras com ausências prolongadas, com visitas proteladas, com humores e emoções desviadas do que esperavam e não souberam como agir, ou que por outro lado, agiram tranquilamente. 

 

São histórias de vidas, reais, pouco coloridas, mas que demonstram exatamente como são muitas as vivências de gravidezes e pós-partos que foram tudo, menos o esperado pelos seus protagonistas. Sejam mulheres, companheiros, sogras, mães, primos, amigas, tias, vizinhas, quem for.

 

 

Alguém que se tenha confrontado com uma história menos positiva na gravidez e/ou no pós-parto?

Alguém que tenha uma história menos colorida sobre a maternidade?

Alguém que tenha uma coleção de momentos pouco felizes, muito diferentes do esperado? 

 

Então essas histórias são para serem contadas aqui, na rubrica Histórias que dão a cara por esta causa

 

Uma causa sobre o lado menos positivo da maternidade, que existe, é real, não é único e que precisa de se tornar mais consciente para todos, facilitando, entre outros, a chegada de apoio a quem vive, na primeira e/ou na segunda pessoa, uma maternidade que nem sempre rima com felicidade

 

 

Têm alguma história para contar? Não hesitem! 

blog@mulherfilhamae.pt

 

É incrível como...

... existe uma história destas, em muitas de nós! 

 

Chegaram-nos várias desde a Entrevista à SIC. 

 

Não posso dizer que fico admirada com a quantidade de histórias semelhantes à nossa. 

Não posso dizer que fico admirada com a quantidade de mulheres que se identificaram.

Não posso dizer que fico admirada com a quantidade de sentimentos que rápido se revelaram.

Mas posso dizer que fico agradavelmente admirada, com a quantidade de mulheres corajosas que:

Existem e persistem;

Sonham e percorrem;

Sofrem e ultrapassam;

Questionam e aprendem;

Amam e acreditam num futuro melhor. 

 

E ATENÇÃO:

 

Não é que eu não soubesse que existe uma base sólida de coragem e amor profundo em cada uma de nós e que, a maternidade, faz, sem dúvida, essa base ressaltar. Contudo, é incrível como eu o pude observar e sentir nestes últimos dias.

Sinceramente, também não sei se existe imaginação suficiente em qualquer um de vós, para compreenderem a gratidão que sinto, de momento. 

 

 

Uma história que me fez, mais uma vez, orgulhar deste nosso guerreiro, complexo e completo, sentido feminino foi a da FatiaMor.

Querem ler? Vale a pena!

 

E vocês, não gostavam de partilhar as vossas histórias?

Seja, no blog, facebook, para o nosso email (mfem2912@gmail.com), de forma pública ou privada?

 

Vamos aproveitar esta onda, e fazer este tema chegar ao maior número de famílias possível? 

Está nas nossas mãos, e neste caso, também na nossa mente. 

 

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Quando eu passei por isto, gostava de ter tido um conhecimento prévio sobre o que estava a passar, pois não tenho a menor dúvida de que o teria passado e ultrapassado muito melhor, individual e conjuntamente. 

 

E vocês?