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Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Qui | 20.08.15

Reiki dá-se ao respeito - reportagem na revista Visão!

Ana Vale

"Felizmente o Reiki começa a descolar-se das várias interpretações erradas que tinha e está a ser identificado como uma terapia complementar. Este é um trabalho de todos e para todos, cada praticante de Reiki é em si, o próprio representante desta bonita terapia complementar e filosofia de vida. É com divulgações destas que podemos dar mais força ao trabalho que temos vindo a fazer pela credibilização da nossa práticareconhecimento profissional.

 

Uma reportagem realizada pela jornalista Clara Soares à Associação Portuguesa de Reiki – MonteKurama, à Enf.Zilda Alarcão e ao Projecto Reiki Sem Fronteiras."

 

em Associação Portuguesa de Reiki.

 

 

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Podem consultar a reportagem na íntegra aqui.

Ter | 18.08.15

Crónicas da nossa Equipa Clínica - "Sexualidade na gravidez e no pós-parto – Mitos e Realidades!"*

Ana Vale

Comecemos por definir o que é a sexualidade. Segundo o conceito da Organização Mundial de Saúde, a sexualidade é: uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados. É ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; a sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações, e por isso influência também a nossa saúde física e mental.

 

Esta definição de sexualidade é extremamente completa e integra toda a realidade da sexualidade em qualquer fase da vida adulta – inclusive – durante a gravidez e no pós-parto, fases que vamos abordar neste texto.

 

Assim que uma mulher engravida aparecem sempre uns “velhos do Restelo” com teorias sobre o sexo na gravidez, muitas delas baseadas unicamente em mitos. Vamos hoje desmistificar algumas ideias, sim? Vamos lá!

 

Mito: O orgasmo pode afetar o desenvolvimento fetal.

Realidade: Os orgasmos são positivos em qualquer fase e está provado que quando a mulher grávida vivencia um orgasmo o feto tem - igualmente – uma sensação de bem-estar.  

 

Mito: Ter relações sexuais no primeiro semestre pode causar um aborto?

Realidade: Não há qualquer impedimento do casal manter a sua vida sexual exceto se houver expressas contraindicações médicas.

 

Mito: As grávidas não sentem prazer.

Realidade: O prazer sexual sentido pela mulher não está diretamente relacionado com a gravidez. No entanto, algumas mulheres grávidas afirmam que conseguem sentir mais prazer sexual na gravidez devido a uma maior sensibilidade sensorial. Outras sentem uma maior inibição devido às mudanças corporais e a sua influência emocional. Não podemos – de forma alguma – generalizar.

 

Mito: A penetração pode magoar o/a bebé.

Realidade: O/A bebé está protegido pelo útero e a penetração não magoa o/a bebé. O nosso corpo é inteligente e está preparado para a atividade sexual mesmo durante a gravidez, se esse for o desejo do casal. Contudo, relembro que caso existam expressas contraindicações médicas para não terem relações sexuais com penetração as mesmas devem ser cumpridas.

 

É importante que a realidade seja conhecida por tod@s!

 

Na gravidez a mulher sofre imensas alterações hormonais, físicas e emocionais que tem de gerir da melhor forma e nem sempre (ou quase nunca) é uma tarefa fácil. Muitas vezes as alterações que ocorrem no corpo da mulher durante o período de gestação e no pós-parto podem provocar sentimentos de diminuição de autoestima que, por consequência, provocam uma imagem de menor beleza e capacidade de sedução que pode culminar no decrescimento do desejo sexual. Também há fases da gravidez e do pós-parto que provocam alguma diminuição do apetite sexual, nomeadamente os enjoos e o cansaço intrínseco. Outras vezes as alterações são positivas para as mulheres que se sentem mais femininas e atraentes com as novas curvas corporais e por consequência mantêm ou elevam a sua autoestima. Não há um padrão rígido, depende das mulheres, da gravidez, da relação de casal, de muitos elementos que podem influenciar estas fases.

 

 

Não nos podemos esquecer dos homens pois também eles lidam de forma diferente com a gravidez e com o pós-parto da mulher, o que influencia direta ou indiretamente o desejo e atividade sexual do casal. Por exemplo, há homens que se sentem mais atraídos pelas formas do corpo da mulher gestante e há outros homens que – muitas vezes influenciados pelos mitos em cima identificados – diminuem a sua libido. Não há uma postura certa ou errada nesta realidade, depende sempre das pessoas, do casal. O importante é que haja sempre diálogo entre os dois pois é uma regra fundamental na relação de casal, conforme já foi referido aqui.

 

Deste modo, é visível que a gravidez e o pós-parto são fases que o casal é obrigado a gerir com muito tato. Atualmente o tema da atividade sexual nestas fases ainda é considerado tabu. É muito importante que os casais não tenham receio de solicitar informações desta natureza e que dialoguem muito sobre o que querem e o que sentem, juntos enfrentam obstáculos e encontram soluções. A falta de diálogo e compreensão nestas fases pode originar situações mais complexas, entre elas, a depressão pós-parto. Neste ponto saliento também a retoma da atividade sexual no pós-parto que deve ser controlada pela mulher em parceria com o homem. A mulher é que deve reconhecer se se sente preparada – física e psicologicamente - para retomar a atividade sexual plena, não nos esquecendo das alterações hormonais que a mulher continua a sofrer no pós-parto e durante todo o período de amamentação. Mais uma vez relembro que o diálogo é crucial no casal e a partilha de todas as questões que existam.

 

O casal deve procurar sentir-se bem com as mudanças que ocorrem e não viver com dúvidas ou receios. Por exemplo, um casal que tenha contraindicação médica para praticar sexo deve perguntar ao/à especialista se está a especificar sexo com penetração pois é importante distinguir e relembrar que – caso o casal queira manter a sua intimidade sexual nestas fases – existem muitas formas de explorarem a sexualidade sem penetração e de forma prazerosa para ambos.

A prescrição nestes casos é simples: criatividade!

 

 

*Crónica por Isabel Sofia Pires (Terapeuta Familiar)

Seg | 17.08.15

E quando eles começam com as Papas, Sopas e Frutas? #6 - Como transportar a sopa caseira.

Ana Vale

Eu sempre gostei de fazer a sopa e a fruta para a Madalena, em vez de as comprar pré-feitas. 

No entanto, em determinados momentos a fruta feita em casa revelou não ser a melhor estratégia, especialmente quando passávamos algum tempo fora de casa e precisava de algo para aguentar algumas horas (ou até dias) sem refrigeração constante. Desta forma, optei por comprar alguns boiões de fruta da Nestlé (os de vidro) aos quais a Madalena aderiu desde então!

 

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Confesso que comecei por comprar inicialmente assim (hoje já não os compro, pois são mais caros e a Madalena também já come mais...) porque não conhecia mais nenhuns e a Madalena gostava daqueles, e desta forma, por mim estava ótimo (também era muito verdinha nisto...). Assim, acabei por guardar os boiões de vidro, pois com uma bebé, achei que de certo que me iriam dar jeito para mais tarde transportar comida feita por nós cá em casa. E foi o que aconteceu!

 

Quando comecei a fazer a sopa para a Madalena e precisava de sair, e consequentemente de lhe dar a sopa fora de casa, deparei-me com esta questão e como não tinha "tupperware" específicos para tal (só médios e grandes, ou seja, complicados ou até mesmo impossíveis de transportar nas malas de bebé) lembrei-me de aproveitar os tais boiões de fruta para isso. 

 

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Os mesmos suportam cerca de 130 ml de Sopa, a tampa sela bem o boião, são fáceis de lavar e acima de tudo, de transportar, pelo que, por enquanto são uma ótima alternativa! 

Claro que quando a Madalena começar a comer mais... terei de arranjar outra. 

 

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E vocês, como fazem? Sugestões para partilharem por aqui?

Sab | 15.08.15

Imaginem um novelo e uma mãe: Como é que acham que isto se (des)enrola?

Ana Vale

Imaginem um novelo. 

 

Agora imaginem que esse novelo andou a ser enrolado durante anos a uma velocidade muito lenta, e que foi aumentando progressivamente até chegar a um momento em que para além de ser enrolado com uma velocidade cada vez maior, a linha era também, cada vez mais grossa e resistente.

Chega a uma altura em que embora esse novelo continue a ser construído, e no fundo, nunca pára de o ser, a velocidade de rotação da linha, vai oscilando entre as suas diversas categorias. A linha, por sua vez, é sempre mais grossa, refinada e cada vez mais resistente. 

 

 

 

Agora imaginem que:

- O novelo é o coração de uma mãe;

- A linha representa todas as experiências e emoções que vive (antes e depois de ser mãe) e que lhe permitem ir construindo o seu papel.

 

Antes de ser mãe, por vezes mesmo sem se aperceber, a mulher vai-se preparando para isso, e a linha embora vá enrolando de uma forma mais lenta, está sempre em movimento.

Durante a gravidez, a linha, cada vez mais grossa, enrola a uma velocidade estonteante. 

Depois de ser mãe, a linha nunca pára de enrolar, mas agora volta a uma velocidade mais lenta, embora que claramente percetível, e com uma linha mais grossa. 

 

Cada vez que o filho sofre ou se afasta, a linha encolhe e o novelo fica apertado.

Cada vez que o filho está feliz e sorri, a linha estica e o novelo alarga.

 

Seja como for, encolhendo ou apertando, com maior ou menor elasticidade, a linha não termina e o novelo continua a aumentar em tamanho e em resistência. Contudo, o material que o compõe não muda. É sempre frágil, macio, colorido, quente e protetor como a lã.

 

 

Embora que maioritariamente alargado, hoje, a minha linha encolheu e o novelo fico apertado. 

 

Faz parte.

 

Sex | 14.08.15

Saúde Mental e Reiki: Um caminho longo, mas também já muito percorrido!

Ana Vale

"A gravidez e os primeiros anos de vida da criança constituem um período crítico e vulnerável para a saúde mental da mãe e do bebé, marcando todo o desenvolvimento futuro.

 

Esta fase introduz transformações profundas (emocionais, relacionais, sociais e económicas) no pai, no casal parental e na família mais alargada.

É um período de crescimento muito rápido do feto e do bebé, em que as experiências então vividas (físicas e emocionais) têm um impacto vital no seu desenvolvimento, repercutindo-se na sua saúde mental ao longo de todo o ciclo de vida.

 

Assim, impõe-se que os profissionais de saúde que contactem com grávidas, bebés e pais adquiram um conhecimento atualizado sobre os aspetos da saúde mental da gravidez e primeira infância, de forma a promoverem o desenvolvimento de fatores protetores e intervirem precocemente nas situações problemáticas.

 

Se queremos que as nossas crianças tenham um bom começo de vida e que o possam transmitir mais tarde aos seus próprios filhos, teremos de dar prioridade às necessidades de saúde mental dos bebés e seus pais.

 

Os bebés não podem esperar."

 

 

Como poderão consultar aqui, na página 5 (o que acabei de transcrever), a avaliação da saúde mental na grávida e posteriormente na mulher/homem/casal parental é um parâmetro que teoricamente, já está preconizado há muito pela Direção Geral de Saúde. 

 

Como em muito na vida, ainda há tanto para fazer, mas a verdade é que também muito já tem sido feito! 

Mudar mentalidades, para posteriormente se mudarem atitudes e comportamentos é coisa para levar anos e anos de árduo trabalho por parte, não só de quem trabalha as respetivas temáticas, como de uma nação inteira! 

 

Como tal, o caminho vai sendo caminhado devagar (dada a quantidade e diversidade de variáveis envolvidas), mas a verdade é que não se parou nem se pára de andar. E este paradigma não só é vivido na Saúde Mental no Pré e Pós-Parto, como na Saúde Mental em geral, e em todas as áreas clínicas e não clínicas (como o Reiki, por exemplo) onde muitas dúvidas se colocam, no fundo (e aparentemente, quase que só simplesmente) por se acreditar que "olhos que não vêem, coração que não sente". Mas não é bem assim.

 

Nem sempre aquilo que os olhos não vêem, não significa que não ocorra.

Ninguém tem Depressão, Esquizofrenia, Transtorno da Personalidade ou da Ansiedade (entre tantos outros), escrito na testa.

Assim como, lá porque não existe um exame capaz de identificar com precisão qualquer tipo de doença do foro da saúde mental, não significa que estas não existam, ou que façam parte do imaginário de quem as tem. 

Assim como, lá porque não se vê a Energia Reiki a passar, não significa que não se sinta os seus benefícios, ou mesmo, que não se sinta durante um tratamento.

 

 

Nem tudo é preto no branco. Nem tudo é tão transparente como a água. 

 

Mas, como eu disse e volto a referir e a sublinhar, o caminho faz-se...caminhando. E sendo mais lento por vezes, ou mais rápido noutras, não só por aqui, como em tantos outros locais ligados aos temas em questão, não se parou, nem se irá parar de caminhar

 

Ter | 11.08.15

Crónicas da nossa Equipa Clínica: "Chegar ao EU do OUTRO"

Ana Vale

E se por um dia nos pudéssemos colocar no lugar do outro?

 

Muitas vezes no nosso dia a dia rapidamente nos apressamos a fazer determinados juízos de valor, sem saber o que estará por trás daquele comportamento, daquele rosto...

 

 

 

Este vídeo retrata bem a quantidade de vivências e sentimentos diversos e até antagónicos que poderão conviver num mesmo espaço. E o quanto é importante fazermos o exercício de colocarmo-nos no lugar do outro, pois caso contrário poderemos cometer erros de percepção.

Isto porque não só temos percepções diferentes da mesma realidade e logo diferentes interpretações, como temos a tendência para avaliar o outro consoante a nossa cabeça, ou seja os nossos valores e o nosso estado de espírito...

E se tal é “legítimo” para quem não está tão próximo de nós e naturalmente não conhecemos bem, qual a desculpa para o caso de quem está mesmo ao nosso lado e nos acompanha numa vida?

 

Ah! Mas aquela pessoa que está ao nosso lado “mudou”, não correspondeu à “expectativa”! Então talvez seja importante perceber o motivo, a motivação.

 

Quando realmente queremos compreender e até apoiar o outro, mais do que simpatia, o melhor que podemos dar é a nossa empatia...

 

 

 

Empatia é sentir com as pessoas.”

 

Considerarmos as reações e os sentimentos do OUTRO tão válidos e importantes como os nossos é um dos maiores desafios para o EU.

 

 

Crónica por Raquel Vaz (Psicóloga Clínica)

Seg | 10.08.15

Reiki: Sabem (realmente) no que consiste?

Ana Vale

Reiki é uma palavra de origem japonesa, sendo o nome dado a um método terapêutico, em homenagem ao seu fundador.

Rei significa Universal e Ki é a energia vital individual que flui em todos os organismos vivos e o mantém. A energia Reiki é um processo de encontro dessas duas energias: da Energia Universal e da nossa energia física. 

 

 

O Método Reiki é um sistema natural de harmonização e reposição energética que mantém e recupera a saúde. Não é uma religião ou um sistema filosófico, não tem restrições ou tabus, adapta-se a qualquer cultura, raça ou idade e não é necessário que acreditemos nele, para que se propague ou surta efeito.

 

Esta energia está à disposição do praticante 24 horas por dia, independentemente da situação, do local ou de quem o pratica. Não exige um ambiente ou uma postura física especifica, como no Yoga por exemplo, nem é exigido nenhum objeto ou equipamento para a aplicação da energia Reiki. Apenas a direção e/ou o toque das mãos do praticante, no corpo do recetor.

 

 

A beleza do Método Reiki está na sua simplicidade, que o torna acessível a qualquer pessoa e a qualquer estilo de vida. Todos podem ser um canal de energia Reiki. Para além disso é um método holístico, pois a energia Reiki atua na totalidade do ser, nos corpos físico, emocional, mental e espiritual.

 

Este método, aceite no contexto das práticas terapêuticas complementares recomendadas pela Organização Mundial de Saúde, não substitui em momento algum a medicina convencional, mas serve como uma excelente forma de a complementar, motivo pelo qual já muitos profissionais de saúde aderiram à sua aprendizagem e prática, assim como já existem alguns hospitais no País, com equipas de terapeutas de Reiki disponíveis, para a aplicar quando necessário. 

 

Ao receber uma sessão de energia Reiki, o corpo do recetor relaxa e o batimento cardíaco atinge o seu nível de repouso, assim como diminui a frequência respiratória. No final de uma sessão de Reiki, alguns recetores sentem-se como que a acordar depois de uma longa noite de sono, pois este tipo de tratamento liberta tensões, intensificando as capacidades do corpo. Muitas pessoas relatam que vencem dores que as atormentavam há anos, tornando-as mais afetuosas, felizes e recetivas. Melhora o sistema imunitário, desintoxica, equilibra e amplia a nossa energia dirigindo-se ao foco do problema e ajudando a libertar emoções bloqueadas, promovendo a calma e o bem-estar.

 

 

A quantidade de energia Reiki não pode ser manipulada pelo emissor, que simplesmente impõe as mãos sobre o centro energético ou o local afetado e permite que a energia flua. A quantidade de energia que flui é determinada por quem a recebe (o recetor) e não por quem aplica Reiki. Quem aplica, é simplesmente um canal, não ficando também, desgastado por isso, pois a energia que flui é a energia Universal e não a do praticante de Reiki.

 

 

Contudo, e apesar de todos os seus já muito reconhecidos benefícios (e que farei questão de ir explorando melhor com o passar do tempo) o método Reiki não substitui o repouso, uma alimentação adequada e exercício físico apropriados, e portanto, não é exclusivo de um adequado estilo de vida, mas sim, um bom componente do mesmo.

 

 

 

Fonte

 Fonte2

 

Dom | 09.08.15

Onde ficámos nós depois de crescer?

Ana Vale

Onde ficou a inocência que nos percorreu e nos prendia a atenção sobre o mundo?

Onde ficaram os sonhos que iam transformar a nossa e tantas outras vidas?

Onde ficaram as aspirações que iam mover mentes e corações num só sentido?

Onde ficou a força interior que apaziguava qualquer tipo de obstáculo que surgisse?

Onde ficaram os objetivos quase impossíveis? 

Será que (já) trocámos as sweats e os all star pelas gravatas e os saltos altos, por completo?

Será que é necessário ser assim?

Por vezes parece que embarcámos num navio onde começamos como primeiros-grumetes. Onde cumprimos a nossa função e pouco mais há a fazer. Onde muitas vezes, já nem a camisola de uma nação vestimos. 

Remamos constantemente, contra ventos e marés, muitas vezes encaixados numa realidade quadrada que raramente encaixa em nós, mas onde lá nos vamos deixando ficar por necessidades consideradas (por nós) superiores. Dizem que a família nos prende. Dizem que o sustento nos move, mas será que é assim? Tem mesmo de ser assim?

Onde ficou a força de acreditar? A motivação que assombrava o dom da razão? A emoção que se colocava na ação?

 

Onde ficámos nós depois de crescer?

 

Presos no convés do navio, ou a nadar livremente a favor da corrente?

 

 

 

Sab | 08.08.15

Andamos a fazer pequenos ajustes no blog. Já repararam?

Ana Vale

O Mês de Agosto é um mês de férias para muitos, mas aqui para estes lados é um mês de muito trabalho, especialmente no que toca à preparação das várias ações de sensibilização para os próximos meses. 

 

Muitas são as novidades que vos quero contar, pois para além das várias ações de sensibilização já programadas, já existem mais locais interessados na aposta do desenvolvimento dos vários temas integrados no âmbito da Saúde Mental no pré e pós-parto que tenho vindo a desenvolver no blog. Mas... cada coisa a seu tempo!

Por agora, vou focar-me em dar-vos a conhecer os novos ajustes que foram feitos no blog.

 

Para quem ainda não reparou, na barra dos menus havia um tema que era "Eventos/Impensa" onde vou acumulando o anúncio das várias ações de sensibilização realizadas, dos artigos que vou escrevendo para outros locais e das entrevistas onde tivemos oportunidade de participar. Esse tema, passou para a barra lateral, e atualmente poderão encontrar esse leque de textos aqui (basta carregarem no link que diz "Eventos, artigos e entrevistas" para terem acesso aos mesmos):

 

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Para além disso, ando há algum tempo a preparar uma nova temática à qual irei dar especial atenção aqui no blog - Reiki e Meditação. 

Esta nova temática diz-me muito. Não só porque já faz parte da minha vida há muitos anos, como me ajudou muito na fase em que passei pelo Babyblues

Até aqui, pouco tenho escrito sobre Reiki e Meditação. Mas a partir daqui, muito irei escrever/falar. Não só para ir partilhando convosco a minha experiência nesse sentido, como para dar visibilidade a uma área terapêutica que, comprovadamente, em muito nos pode ajudar a atingir um grande nível de bem-estar físico e psíquico.

Escrevo porque gosto. Escrevo porque me faz sentir bem. Mas em larga escala, escrevo porque espero que tal vos possa ser útil também! E esta área, não será exceção à regra

 

A partir daqui poderão encontrar mais informação sobre Reiki e Meditação aqui:

 

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Alguma dúvida ou sugestão? 

 

 

Qui | 06.08.15

"A medicação ajuda muito mas este blog tem feito muito por mim."

Ana Vale

Derivado de um comentário ao post sobre um testemunho publicado na rubrica Histórias que são a cara por esta causa (que podem consultar aqui), surgiu esta observação.

Apesar das circunstâncias, quando nos dão um grande elogio como este, temos duas formas de demonstrar o nosso agradecimento:

 

  • Tentar continuar a fazer mais e melhor e agradecer-vos assim:

 

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Com um GRANDE e SENTIDO sorriso. 

 

OBRIGADA!!!