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Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Como ajudar uma amiga com depressão pós-parto?

29.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Acredito que muitas pessoas se questionem sobre como poderão ajudar uma familiar ou amiga com uma depressão pós-parto. 

Muitas são as dúvidas que surgem no momento e muitas são as incertezas quanto a cada novo dia que passa. 

Eu mesma, já me coloquei a presente questão e por muitas respostas que surgissem, até hoje, não tinha encontrado nenhuma tão apelativa, concisa, clara, simples, objetiva e de fontes tão fidedignas.

 

Encontrei um vídeo no site de uma organização australiana que já referi em alguns dos artigos que escrevi, e que não só promove a consciencialização face à presente problemática, como tenta esclarecer em pouco mais do que 1 minuto como é que cada um de nós pode ajudar uma familiar ou amiga com depressão pós-parto. 

 

Os dados lançados pela organização focam a população australiana, contudo, são um bom reflexo do que acontece no resto do mundo. 

 

Aconselho vivamente a sua visualização e apelo incessantemente à sua partilha para que esta informação possa chegar ao máximo número de pessoas possível, dando algumas orientações a quem poderá estar atualmente a precisar. 

 

 

Sobre saúde mental na gravidez e no pós-parto #2

27.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

"Sublinharmos que maternidade nem sempre rima com felicidade é a nossa forma de tentarmos diminuir o estigma e a pressão associados à depressão e a outros problemas de saúde mental perinatal. Não basta que este tema seja cada vez mais abordado nos meios de comunicação social e na Internet, como ilustrado atrás pelo excerto de um dos blogs mais lidos no mundo. É preciso que as mulheres saibam que podem e devem procurar ajuda, sem medo, sem vergonha e sem culpa. É preciso que a ajuda lhes seja dada."

 

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Macedo, A.F. & Pereira, A. T. (Coords) (2014). Saúde Mental Perinatal: Maternidade nem sempre rima com felicidade. Lousã: Lidel.

Histórias que dão a cara por esta causa #17 - "A depressão começou a instalar-se e eu não me apercebi"

26.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Há pouco tempo fui contactada pela Joana. Uma leitora que já segue o blogue há algum tempo, e que hoje, passados alguns meses, sentiu que era o momento certo para descrever um pedaço da sua história, tendo a coragem de falar "em voz alta" sobre o caminho que tem trilhado pela depressão pós-parto. 

 

Mais uma história que me prendeu do inicio ao fim, e me fez refletir sobre o sofrimento que muitas mulheres experimentam em silêncio, muitas vezes sem o apoio necessário numa fase tão delicada e que se pode tornar numa das mais marcantes de suas vidas. 

 

Obrigada Joana, por ter partilhado connosco a sua experiência e por contribuir para que mais mulheres e respetivas famílias tomem consciência da presente problemática, que frequentemente vamos abordando por aqui

Enviem-me também as vossas histórias. Juntos, falamos mais alto e chama-mos à atenção de um maior número de pessoas para problemas como a depressão pós-parto e para outros que integram o leque da saúde mental perinatal

centro@mulherfilhaemae.pt

 

 

 

"A minha gravidez foi desejada, mas mais tarde as incertezas e inseguranças instalaram-se.
Pelo pai do meu filho eu tinha engravidado três meses após nos termos juntado. Mas eu achava que era cedo ser mãe com 25 anos, consegui demove-lo da ideia ,porque nós tínhamos primeiro que nos adaptar à nossa vida de "casados". Em Fevereiro de 2007 deixei de tomar a pílula e assim começar a tentar engravidar.
Depois de três testes darem negativos resolvi desistir e focar-me nas férias de verão. Quando regressei em Setembro resolvi fazer outra vez o teste da farmácia,deu positivo foi uma alegria para todos.
Fui à médica que ralhou comigo por não ter preparado o corpo para a gravidez se dar.
Já estava grávida de seis semanas. A gravidez foi santa sem enjoos, sem desejos por ali alem. O meu parto foi no Garcia da Orta, nada a apontar, fui bem tratada. Depois de dar à luz tudo começou a desabar.
Tudo começou quando a minha mãe quis mudar a fralda ao neto no hospital e a minha ex-cunhada tentou ensinar à minha mãe como por a fralda ao neto.
A minha mãe disse que sabia como mudar a fralda ao neto ,tendo em conta que a minha mãe já tinha tratado das 3 filhas, sobrinhos e filhos das vizinhas.
Quando chegamos a casa já estava desgastada, com uma dor de cabeça que não me aguentava efeito da epidoral e todos a quererem estar com o Diogo.
A minha sogra foi prestável fez me uma sopa e arranjou queijo fresco que eu não comia na gravidez por não ser imune à toxoplasmose.
Depois foi quando começou o nosso desentendimento.  banho que ia dar ao bebé  e o ex-marido gritou para ter cuidado, porque dizia que eu ia deixar o nosso filho escorregar  dos meus braços para dentro da banheira.
Durante quinze dias ele deu o banho. Bati o pé porque queria ter também aquele momento para mim. Pedi-lhe para trocarmos as tarefas. Não aconteceu. Passei a dar banho ao bebé, a por mesa ,a fazer o jantar,levantar mesa e por a máquina a lavar a loiça.
Resumidamente passei a fazer tudo. Depois deste desgaste todo ainda tinha que ter disposição para a nossa intimidade.
A minha mãe ,esteve em nossa casa há hora do banho do neto, todos os dias. O ex-marido queixava-se que a minha mãe estava sempre la em casa.
Desabafei com ela começou-se a queixar porque não me pus no lado dela para a defender ao mesmo tempo chorava, porque queria ver o neto ainda por cima era o primeiro.
Andei a ter discussões com o ex-marido e mãe. Se soubesse o que sei hoje tinha me posto do lado dela e não dele.
A depressão começou a instalar-se e eu não me apercebi,ate ao dia que a médica me pergunta se ele me ajudava comas tarefas e eu desato num pranto.
Tinha o Diogo seis meses quando comecei a tomar anti depressivos. O meu filho já não mamava porque ele mordia o mamilo ate adormecer então começou a comeras sopas e papas.
A noite chegava e depois de jantar já não fazia companhia e ia para o café . Ficava ali a noite sozinha com o nosso filho. Em dias de fim de semana era ate as tantas no café. Eu abdiquei de certas coisas e ele fazia vida como se fosse solteiro. Tivemos altos e baixos até ao dia que não aguentei e acabei tudo. Até ao dia da separação dormia com o meu filho na cama dele. O Diogo tinha 3 anos a um mês de fazer os 4 quando voltei para casa dos meus pais.
Depois da separação tomei outra vez anti depressivos.
Isto já é de família temos tendência  a depressões. Este ano fiz outra vez a toma destes malditos comprimidos.
A causa para os ter que tomar foi a violência doméstica. Já esta tudo resolvido, graças a Deus.
Em relação ao pai do meu filho,já resolvemos todas as nossas divergências e passado estes cinco anos resolvemos falar tudo o que não falamos na altura.
Eu? Eu continuo a lutar para alugar uma casa e deixarmos de uma vez por todas a casa dos meus pais.
Obrigada por despender estes minutos par ler esta experiência que tive na minha vida.
Não estou nada arrependida por ter tido o meu filho. É tudo o que eu tenho e mais gosto na minha vida." 

Sobre saúde mental na gravidez e no pós-parto #1

24.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

"A mãe adquire uma nova identidade: passa a ser não só uma mulher, uma filha dos seus pais, mas também a mãe do seu próprio bebé.

Esta mudança é uma conquista que exige uma aprendizagem e uma preparação psicológica em interação com o meio que a rodeia."

 

 

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Direcção-Geral da Saúde (2005). Promoção da Saúde Mental na Gravidez e Primeira Infância: Manual de orientação para profissionais de saúde. Lisboa: Direcção-Geral da Saúde.

Curiosidades sobre a saúde mental das mulheres

22.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Sabiam que...

 

 

...Dados sobre a prevalência de problemas relacionados com a saúde mental mostram que 22.9% das pessoas em Portugal sofre de uma doença psiquiátrica.* 

 

...Em Portugal, as doenças que mais se destacam são as relacionadas com a ansiedade.*

 

...As mulheres apresentam o dobro da probabilidade de sofrer de doença psiquiátrica do que os homens.** 

 

...As mulheres apresentam um risco maior do que os homens de sofrer perturbações depressivas e da ansiedade.*

 

...Excetuando a doença cardíaca, a depressão é a doença crónica que mais afeta as mulheres, as quais apresentam uma vulnerabilidade maior para esta doença nos anos reprodutivos (entre os 18 e os 44 anos).**

 

...A depressão é, também, a principal causa de internamento não obstétrico nas mulheres entre os 18 e os 44 anos. Sendo estes os anos em que a maioria das mulheres tem filhos, existe uma possibilidade elevada de muitas estarem deprimidas durante o período perinatal.**

 

...Nos primeiros meses após o parto, a taxa de novos episódios de depressão é mais elevada do que noutras alturas da vida da mulher.**

 

...As mulheres detém um maior número de consumo de psicofármacos, especialmente, ansiolíticos e antidepressivos.*

 

 

 

 

Já há muito que é conhecida a maior propensão para a doença psiquiátrica por parte das mulheres relativamente aos homens, e as explicações para estas discrepâncias encontram-se em modelos multi-fatoriais que incluem fatores biológicos (p/ex. endócrinos, genéticos, etc.), sociais (p/ex. fatores socioeconómicos, apoio social, etc.) e psicológicos (p/ex. estilo cognitivo, personalidade, etc.).

Estudos epidemiológicos mostram que as diferenças de género neste âmbito começam a evidenciar-se no inicio da adolescência, continuando na idade adulta, nomeadamente nos anos de idade fértil das mulheres, persistindo até à quinta década de vida. 

 

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*- Caldas de Almeida, J., & Xavier, M. (2013). Estudo Epidemiológico Nacional de Saúde Mental (Vol.1). Lisboa: Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. 

**- Macedo, A.F. & Pereira, A. T. (Coords) (2014). Saúde Mental Perinatal: Maternidade nem sempre rima com felicidade. Lousã: Lidel.

Celebridades que desenvolveram uma depressão pós-parto

20.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Como já aqui falei várias vezes, a depressão pós-parto pode ser vivida por qualquer um ou qualquer uma. 

O género, a raça, a idade, o estatuto, a profissão, etc., não representam qualquer tipo de barreira ao seu desenvolvimento. Existem, sem dúvida, pessoas que poderão ter maiores probabilidades do que outras para a desenvolverem - dependendo dos fatores de risco que apresentam - contudo, a depressão pós-parto é uma doença que pode ser desenvolvida por qualquer mulher ou homem dentro do respetivo contexto. 

 

Há pouco tempo encontrei um artigo num site que poderão visualizar na sua totalidade aqui, e que falava sobre as celebridades que tinham confessado passar por uma depressão pós-parto e achei interessante partilhá-lo. 

 

Todos os que de alguma forma tivemos contacto com esta realidade temos a possibilidade de dar a cara por esta problemática, no entanto, sem dúvida que uma celebridade com o peso do seu papel público, acaba por ter um impacto ainda maior. 

Muitas destas celebridades fizeram questão de dar a cara por este problema tentando alertar as pessoas para o seu desenvolvimento, tal como muitas das leitoras do blogue já fizeram na rubrica Histórias que dão a cara por esta causa. Só há pouco tempo tive conhecimento de algumas dessas celebridades, e a todas elas, assim como às leitoras do blogue, um grande bem-haja por darem a cara por esta doença e por falarem sobre as suas vivências, alertando assim, um grande número de mulheres e respetivas famílias para esta realidade.

 

Se também vocês se sentirem confortáveis em falar sobre o blues pós-parto e/ou sobre a depressão pós-parto, quer a tenham vivido na primeira pessoa, ou não, não hesitem em partilhar as vossas vivências. Enviem-me email para: blog@mulherfilhamae.pt

 

De seguida, as fotos de algumas das celebridades que confessaram ter passado por uma depressão pós-parto, tendo já abordado o assunto em inúmeros programas, revistas e livros. São algumas delas:

 

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Brooke Shields

 

 

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Alanis Morissette

 

 

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Drew Barrymore

 

 

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 Courteney Cox

 

 

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Bryce Dallas Howard

 

 

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Gwyneth Paltrow

 

 

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Hayden Panettiere

 

 

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Kendra Wilkinson

 

Tê-la e escondê-la: Qual das duas a pior?

17.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

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Imagino que muitas mulheres com doença mental, especialmente se diagnosticada na gravidez e/ou no pós-parto (tendo em conta as circunstâncias), se identifiquem com esta realidade.

Num texto que escrevi, há já algum tempo, falo sobre "Porque é que se desvaloriza a Depressão na Gravidez e no Pós-Parto?

Acabou por ser, inclusive, um texto destacado na homepage da Sapo

 

Lembram-se? 

 

Aconteceu convosco ou com alguém que conhecem? 

Partilhem as vossas experiências sobre o assunto! 

 

centro@mulherfilhaemae.pt

 

 

"Precisamente sobre saúde mental perinatal" - Nova rubrica!

16.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Vários são os artigos, textos, livros, e outras publicações, que contém frases e afirmações que me marcam. Que ficam na minha memória porque, de alguma forma, representam visões, opiniões, críticas, afirmações, fundamentos, etc., que evidenciam o quão importante é falar sobre a Saúde Mental Perinatal para e entre todos. 

 

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Desta forma, achei interessante iniciar esta rubrica - "Precisamente sobre saúde mental perinatal" - que marca as respetivas frases e afirmações a que tenho acesso e que considero contribuírem para aumentar a compreensão de todos sobre o que está relacionado com a saúde mental perinatal, para além do que já falei neste texto

 

Brevemente publicarei a primeira frase que me marcou após a leitura de um documento da Direção-geral de saúde.

 

Caso também tenham lido/conheçam algum tipo de comentário, frase, publicação, livro, artigo, etc., que fale sobre temáticas inerentes à saúde mental perinatal e ao que evidenciamos frequentemente no blogue, não hesitem em enviar-nos para publicação!

Enviem para:

centro@mulherfilhaemae.pt

 

Até jáá!

Saúde Mental Perinatal: o que significa?

15.08.16 publicado por Mulher, Filha e Mãe

Vários são os momentos em que utilizo este termo nos meus textos.

Dado que muitas são as pessoas que vão entrando neste espaço, alguns possivelmente pela primeira vez, parece-me que é bom salientar/relembrar no que consiste. 

A Saúde Mental Perinatal caracteriza-se pela saúde mental da mulher desde a conceção até ao primeiro ano após o parto, e desta forma, engloba qualquer temática que integre este período e que esteja relacionado com a saúde mental.

Por sua vez, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a saúde mental caracteriza-se como “o estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera e contribui para a comunidade em que se insere“.

Nesta definição, a “saúde mental” é entendida como um aspeto relacionado ao bem-estar, à qualidade de vida, à capacidade de amar, trabalhar e de se relacionar com os outros. Com esta perspetiva positiva, a OMS convida-nos a refletir sobre a saúde mental muito para além das doenças e das deficiências mentais.

 

Dentro da área da saúde mental perinatal podemos falar em inúmeros aspetos relacionados com a promoção da saúde, a prevenção das doenças, sobre as doenças que se podem desenvolver no período perinatal, sobre o tratamento específico para esta fase do ciclo de vida e sobre a reabilitação das pessoas que desenvolvem as respetivas doenças, seja de que âmbito for. 

É por isso que também muito valorizo os testemunhos que me enviam sobre o tema, pois permitem-me, e a quem nos lê, compreender de uma forma mais ampla como é que cada pessoa, e respetiva família, vivencia as problemáticas que a afetam, como se sente e que tipo de estratégias utiliza para ultrapassar o presente momento. 

 

Da minha perceção, quando se fala em Saúde Mental Perinatal, rápido se pensa em depressão pós-parto, mas quando se fala em saúde mental perinatal fala-se em muito mais do que a depressão pós-parto. Falar sobre depressão pós-parto acomete-nos para o foco na doença. E como abordei anteriormente, falar sobre saúde mental perinatal, é muito mais do que falar sobre o desenvolvimento da doença. Dentro do foco doença, também podemos falar de blues pós-parto, de psicose pós-parto, de ansiedade pós-parto, de depressão na gravidez, de fobias na gravidez e no pós-parto, de problemas na relação mãe-bebé, problemas de sono específicos neste período, de stress pós-traumático na gravidez e no pós-parto, de sintomas específicos deste período, entre outros. E fora do último foco, podemos falar sobre inúmeros desafios que a transição para a maternidade/paternidade coloca às famílias, sem haver desenvolvimento de doença, mas sim de determinados desequilíbrios emocionais, por exemplo. Podemos falar também de algumas formas de prevenção do aparecimento de doença, e quando a mesma aparece/se desenvolve, de como podemos, por exemplo, minimizar os danos na qualidade de vida da pessoa que da mesma padece.  Podemos falar dos desafios da amamentação, do parto, da relação conjugal, do apoio social, das diferentes fases pelas quais a mulher/família passa/m no primeiro ano após o parto, e tantos outros. 

 

A saúde mental perinatal integra uma esfera de conteúdos sobre uma série de aspetos e problemáticas que confrontam a mulher e respetiva família num período de grande transição e expectativa paralelo a uma série de equilíbrios e desequilíbrios que daí possam surgir. 

 

É essa esfera que, neste espaço, pretendo fazer girar, sendo sobre a mesma que pretendo falar e aprofundar conhecimentos, espelhando-os neste menu do blog. 

 

Têm questões, sugestões, ideias?  

Não hesitem em enviar-me email sobre as mesmas! 

centro@mulherfilhaemae.pt