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Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Mulher, Filha e Mãe

Porque a saúde mental na gravidez e no pós-parto importa!

Seg | 30.03.15

Nós, mães, é que sabemos! (Será?)

Ana Vale

Não é fácil deixar os filhos com outras pessoas quando se quer sair. Seja por uma tarde, ou por um fim-de-semana.

Não é, de todo.

[Ou serei só eu a senti-lo?]

 

Nós, mães, temos aquela presunçosa, profunda, inocente, visceral e sincera típica mania de que, não há ninguém que cuide melhor deles.

Somos nós que sabemos como é que se acalmam. Nós é que sabemos como é que gostam da sua alimentação. Nós é que sabemos como é que se conjuga melhor a sua roupinha. Nós é que sabemos como adormecê-los. Nós é que sabemos do que precisam. Nós é que sabemos o que querem dizer, mesmo sem falar. Saíram de dentro de nós, portanto, somos nós que sabemos. Somos nós.

 

Mas seremos mesmo?

 

É que no final, quando regressamos:

- Acalmaram-se na mesma.

- Alimentaram-se como deviam;

- Estão bem vestidos;

- Dormiram como deviam;

- Manifestaram o que necessitaram e, mais minuto, menos minuto, as suas necessidades foram supridas; 

 

E quando nos (re)vêem, choram, riem, bracejam, beijam-nos e aninham-se no nosso colo, como se não houvesse amanhã!

É tão difícil passar tempo longe deles, assim como nos é tão fácil arrecadar toda a emoção que nos transmitem, por nos quererem, por demais, perto deles. 

 

E agora, em que é que ficamos?

 

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2 comentários

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    Ana Vale

    31.03.15

    Em primeiro lugar, obrigada pela partilha! Não há testamento nenhum. Há alguém que tirou um pouco do seu tempo para comentar solidamente um post. E eu, só posso agradecer por isso. 
    Em segundo lugar, é interessante ver aqui a convergência e divergência de opiniões no que concerne a este tema, que sei bem o quão "polémico" é. Tudo isto diverge muito de casal para casal, personalidade para personalidade, sendo que cada um de nós, tem as suas necessidades. Há casais que precisam de mais tempo para si, sozinhos, e outros que nem tanto e adaptam-se bem neste sentido. Esta é a minha opinião. Pessoalmente, sei que preciso do meu tempo, embora, "o meu tempo" tenha deixado de fazer sentido, sendo só meu. Não o sei pensar sem existir a minha filha, a minha família, dentro dele, e isto é tão natural, como exigente e emocionante. É uma nova fase, novos sentimentos e acima de tudo, novas e grandes adaptações! E o melhor de tudo, é que foi tudo muito desejado ;). Por isso, claro que sim! A mãe (e aqui o pai também) é que sabe Image
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