A Laura, uma mulher com grande força interior e coragem, decidiu partilhar connosco a sua história e revelar alguns dos detalhes mais sombrios do inicio do seu pós-parto. Algo que não se orgulha, mas que conscientemente sabe que fizeram parte de um momento da sua vida (...)
Há quem tenha pedido quando sentiu que a angústia rasgava a vontade de viver num momento em que uma nova vida havia florescido. E vocês, quando é que pediram ajuda? Partilhem connosco! #eupediajuda centro@mulherfilhaemae.pt
Podem consultar parte da resposta a esta questão num texto que já escrevi sobre o tema, intitulado de: "Psicose Pós-Parto: Uma realidade distorcida e pouco conhecida."No entanto, caso queiram saber mais sobre o tema, ou esclarecer qualquer dúvida, não hesitem em contactar-me através do seguinte email:
Nos dias e semanas após o parto, ver uma mulher que mantém um olhar gélido, distante, desconectado com o momento que vive, coerente com um comportamento idêntico em relação a si e ao bebé, são sinais que vos devem fazer refletir sobre um consistente pedido de (...)
Informa-te. Pede ajuda. Pedir ajuda é fundamental perante esta realidade! A psicose pós-parto necessita de tratamento médico urgente. #eupediajuda centro@mu (...)
Sabiam? Estar atento a comportamentos caracteristicamente obsessivos, por exemplo, pelo cuidado com o bebé, é fundamental para que se possa sinalizar o caso o mais precocemente possível, facilitando a orientação da mulher para tratamento adequado. (...)
...já reparou na expressão da sua companheira/amiga/filha/nora/sobrinha/prima que acabou de ser mãe? Expressões como esta devem dar sempre que pensar. Questionem-se. Questionem-na. E se tiverem alguma questão, não hesitem em contactar-me: centro@mulherfilhaemae.pt
Incrível a história que hoje vos trago. Uma partilha robusta, clara, e bastante demonstrativa do quão a depressão pós-parto pode afetar a mulher, assim como a respetiva família. Leiam e partilhem. Pois esta história passou-se na década de 80, assim como (...)
Ainda fiquei na dúvida, mas não resisti! Tive de publicar este comentário no blogue. E não. Não falo só do excerto que deu origem ao título - e que muito agradeço, pois é sempre bom vermos o nosso trabalho reconhecido - mas falo especialmente do resto que o (...)